As únicas coisas que ficam entre uma pessoa e o que ela deseja na vida é seu DESEJO DE TENTAR e a fé em ACREDITAR QUE SEJA POSSÍVEL. -- Rich Devos
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domingo, 20 de maio de 2012

Pensamento do Dia


"Tudo posso nAquele que me fortalece". 
-- Filipenses 4:13

Recebi este inspirador vídeo do amigo Antonio Marques 

Um dia o filho pergunta ao pai: Pai, vens correr comigo a maratona?O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltar a correr a maratona com ele, ao que o pai responde novamente que sim.  Correm novamente os dois. Certo dia, o filho pergunta novamente ao pai:
Pai, queres correr comigo o Ironman?(O Ironman é o mais difícil...exige nadar 4 km, andar de bicicleta 180 km e correr 42 ). E o pai diz que sim. Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico! 



quarta-feira, 12 de março de 2008

A morte desnecessária do recruta

Quando o recruta se alista no exército, ele o faz por um ideal (sonho) ou por um emprego (carreira). Como novo recruta, ele não está pronto para o combate e por isso vai para o quartel para ser preparado. Lá receberá diversos treinamentos que vão desde o condicionamento físico até competências específicas como o tiro, uso do rádio, obediência e muito mais. Não faço apologia à guerra; sou um pacifista. Mas quero me valer desse exemplo simples para passar um conceito, por vezes ignorado.
O recruta é preparado em tempos de paz, simulando uma guerra fictícia (treinamento) e cresce nas suas patentes nesse ambiente. Temos aí uma carreira de capacitação para algo que potencialmente poderá ocorrer – a guerra.
O simples fato de existir um exército, apoiado pelas forças da diplomacia e dos tratados internacionais, promove a paz. Os países não abrem mão dos seus exércitos, pois sentem que seu ideal (país e soberania) precisa ser defendido, ainda que o ataque não ocorra.
Mas curiosamente essa engrenagem se desenvolve em tempos de paz e subitamente a guerra ocorre. É hora do combate. As forças se lançam uma contra as outras com o objetivo de dominação e defesa. O exército mais numeroso nem sempre é o que vencerá. Fatores como um forte ideal, liderança dos diversos membros do exército, treinamento adequado, nível de fadiga e estresse, armamentos, planos estratégicos que incluem desde a posição estratégica até a linha de suprimentos, informações e sistema de comunicações, “moral” da tropa, entre outros, influenciam bastante as chances de vitória, ou derrota.
Se imaginarmos uma organização em guerra, não podemos conceber que ela envie um recruta para o campo de batalha sem que ele tenha sido devidamente treinado, pois se assim o fizer, as chances de sobrevivência desse recruta serão muito baixas e o poderio do exército ficará comprometido. Ainda que as baixas sejam somente entre os recrutas, a “moral” ficará muito baixa pelo evidente desespero, e não tardará uma “retirada” ou “rendição”.
Agora vamos pensar no “mercado” como o campo de batalha, onde a “disputa” ocorre pelo “consumidor” (possível aliado), em que cada soldado (distribuidor) representa sua respectiva “empresa”. Os consumidores potenciais são abordados por diversas formas de propaganda que tentam seduzir e incorporar o “aliado”. Está de fato ocorrendo aí uma disputa (guerra). Se pensarmos que há um confronto, ainda que indireto, e pensarmos que isso é uma guerra real, não seria correto supor que esse recruta (novo distribuidor) usado como soldado (por ter sido induzido a pensar que seja um soldado) vá morrer no campo de batalha? Chances são que sim, ou que seja ferido e acabe desertando.
Alega-se que os fortes sobreviverão e que isso basta para manter a movimentação do combate (fins justificando os meios). Pergunte-se: precisa ser realmente assim? Estou convencido que não.