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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
"Emburrecimento" Mundial Planejado
Desde Otto Von Bismarck (1815-1898), Primeiro Ministro da Prússia (1889), a Revolução Industrial precisou criar uma nova mentalidade nas pessoas para que o sistema produtivo pudesse funcionar. Sem uma nova ordem social, o modelo Empregador X Empregado não teria sucesso. Com isso, todo o sistema educacional foi cuidadosamente planejado a fim de que o ambiente tornasse natural o desejo pelo aprendizado escolar e seguir seu conjunto de regras e valores.
John D. Rockefeller (1839-1937), patriarca de umas das maiores fortunas do mundo, com participação expressiva no Chase Manhattan Bank (hoje J.P. Morgan Chase), através do instituto que fundou nos EUA, NEA - Associação Nacional de Educação, foi o principal continuista desta idéia que visou preparar o mundo para o domínio da elite detentora do capital produtivo. O conceito em que se baseia este princípio é muito simples. Educa-se a população a pensar de uma forma homogênea, mantendo as crianças longe dos pais durante o horário escolar, onde lá os valores e hábitos são moldados. Os laços familiares são reduzidos, a capacidade de pensar sobre a própria existência e o pensamento filosófico são reduzidas, para não dizer eliminadas. As habilidades que são desenvolvidas e incentivadas estão relacionadas com as habilidades técnicas para geração da mão-de-obra produtiva apenas.
Em 1999, no auge da minha carreira executiva eu despertei para algo. Após todo o meu esforço para chegar ao topo da escada numa grande multinacional, percebi que algo estava muito errado. Ainda que estivesse "vencendo a corrida dos ratos, eu era um rato". Sem mesmo ler o livro "Pai Rico Pai Pobre" do Robert Kiyosaki, decidi romper com o sistema e me presenteei com um ano de férias. Neste período eu fui em busca de respostas às minhas perguntas. Nelas estavam incluídas: O que é felicidade? Quem sou eu? O que é este mundo em que vivemos? Para que vim a este mundo? Como quero ser lembrado quando morrer e como quero lembrar da minha vida ao morrer? Como viver com liberdade? entre outras.
Através deste blog, procuro despertar e exercitar a consciência das pessoas sob o ponto de vista humano e filosófico. Penso que este é o caminho lógico para que possamos exercer nossa plenitude de pensamento, desligando-nos de programações pré-inputadas por um sistema tendencioso e claramente corrompido. Planejo dissertar um pouco mais sobre isto num artigo que estou escrevendo, mas enquanto isso sugiro que assistam ao vídeo abaixo e reflitam sobre tudo isso. Após assistir, se julgar que isto faz sentido, dê sentido à sua vida em ajudar a outras pessoas a despertarem sua consciência. Basta compartilhar este artigo e este blog com outras pessoas.
John D. Rockefeller (1839-1937), patriarca de umas das maiores fortunas do mundo, com participação expressiva no Chase Manhattan Bank (hoje J.P. Morgan Chase), através do instituto que fundou nos EUA, NEA - Associação Nacional de Educação, foi o principal continuista desta idéia que visou preparar o mundo para o domínio da elite detentora do capital produtivo. O conceito em que se baseia este princípio é muito simples. Educa-se a população a pensar de uma forma homogênea, mantendo as crianças longe dos pais durante o horário escolar, onde lá os valores e hábitos são moldados. Os laços familiares são reduzidos, a capacidade de pensar sobre a própria existência e o pensamento filosófico são reduzidas, para não dizer eliminadas. As habilidades que são desenvolvidas e incentivadas estão relacionadas com as habilidades técnicas para geração da mão-de-obra produtiva apenas.
Em 1999, no auge da minha carreira executiva eu despertei para algo. Após todo o meu esforço para chegar ao topo da escada numa grande multinacional, percebi que algo estava muito errado. Ainda que estivesse "vencendo a corrida dos ratos, eu era um rato". Sem mesmo ler o livro "Pai Rico Pai Pobre" do Robert Kiyosaki, decidi romper com o sistema e me presenteei com um ano de férias. Neste período eu fui em busca de respostas às minhas perguntas. Nelas estavam incluídas: O que é felicidade? Quem sou eu? O que é este mundo em que vivemos? Para que vim a este mundo? Como quero ser lembrado quando morrer e como quero lembrar da minha vida ao morrer? Como viver com liberdade? entre outras.
Através deste blog, procuro despertar e exercitar a consciência das pessoas sob o ponto de vista humano e filosófico. Penso que este é o caminho lógico para que possamos exercer nossa plenitude de pensamento, desligando-nos de programações pré-inputadas por um sistema tendencioso e claramente corrompido. Planejo dissertar um pouco mais sobre isto num artigo que estou escrevendo, mas enquanto isso sugiro que assistam ao vídeo abaixo e reflitam sobre tudo isso. Após assistir, se julgar que isto faz sentido, dê sentido à sua vida em ajudar a outras pessoas a despertarem sua consciência. Basta compartilhar este artigo e este blog com outras pessoas.
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sábado, 27 de março de 2010
Promovendo eventos
Eventos são chave fundamental para o sucesso de uma organização de marketing de rede. Por vezes, pessoas irão dizer que os custos não justificam, pois tem que gastar com a inscrição, a viagem, hospedagem e coisas assim.
Existem 5 razões importantes porque é necessário participar e promover eventos:
1) ganhar experiência dos bem-sucedidos
2) melhorar a atitude
3) mudar o comportamento
4) desenvolver habilidades
5) construir a crença
Claro que é um investimento que pode ser muito pesado para alguém que esteja inciando e que ainda não tem os rendimentos para fazer frente a essas despesas. Mas não ter esses benefícios causa uma grande perda de oportunidade que impacta diretamente seu rendimentos.
Acreditem, quando eu iniciei eu era teimoso e não queria participar em eventos. Isso porque eu tive uma péssima experiência no passado e achei que aquilo era desnecessário. Hoje, mais experiente, posso dizer que grande parte dessa experiência veio dos eventos que participei. Posso dizer atestar que é um elemento fundamental para obter grande sucesso.
Promova e participe dos eventos da sua empresa e da profissão, em seminários e treinamentos.
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quinta-feira, 4 de junho de 2009
Respeite o tempo
Quando você apresenta sua oportunidade de marketing de rede antes da hora, o prospecto não rejeita sua oportunidade ou seu produto, ele rejeita você.
Aprenda a se comunicar melhor. Pessoas não se juntam à empresas, pessoas se juntam à pessoas.
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domingo, 24 de fevereiro de 2008
Tenha (Seja) a Sua Marca e Faça Seu Negócio Crescer
Qualquer negócio para crescer só poderá fazê-lo através dos três seguintes fatores: adquirir novos clientes, aumentar o valor da transação da venda (upsell), aumentar a freqüência de compra por cliente.
Mas o que Xuxa, Google, Nike, Mc Donalds, Microsoft, Coca-Cola, Ferrari e Channel tem em comum? Quais princípios de sucesso elas compartilham que podem ajudá-lo a construir seu negócio mais rapidamente?
Todas as grandes empresas de sucesso possuem uma marca e sabemos o que esperar delas. Elas são bem conhecidas e distintas. Tornaram-se conhecidas por fornecerem algo em especial, seus produtos ou serviços a seu modo de ser, ou seja elas “são” suas próprias marcas.
Sejam elas indivíduos ou empresas, todas possuem uma marca bem conhecida. Você sabe qual é a marca que impacta diretamente seus negócios?
Você!
Exato, “você” tem uma marca e essa marca é “você”. Mas infelizmente a maioria dos pequenos empreendedores não compreende que eles são a sua própria marca.
A forma que as pessoas percebem você (ou o seu negócio) determinará muito se elas irão fazer negócios com você, e, em especial, se elas continuarão a fazer negócios com você.
Como um profissional de MMN, mais do que a linha de produtos que você representa de sua empresa de MMN, é você quem elas comprarão primeiro.
A “marca” trata de relações um a um, é uma cola que associará e unirá pessoas a você. A “marca” com a qual você se torna algo de valor e é percebido por isso. São sensações, emoções e sentimentos associados a você que determinam essa marca. Eu mencionei as três formas de crescer o negócio acima porque se as pessoas confiarem em você, elas irão fazer negócios com você nessas três formas.
Pergunte a si mesmo: Qual é a sua marca? Como as pessoas lhe descreveriam e sua “maneira” de fazer negócios? Quais são essas percepções que você está passando às pessoas? Qual é o valor que você tem para elas?
Se você quer ter mais valor, invista em você. Se você quer que esse valor seja percebido mais facilmente, invista nas pessoas “mostrando” o seu valor para elas.
Reflita bastante sobre isso e tome as ações necessárias para tornar sua marca uma marca de sucesso. Lembre-se que as pessoas esperam de você a ajuda para que elas possam desenvolver o negócio. Você “realmente” está apto para isso? Sua marca transmite isso? Reforce a sua marca!
Mas o que Xuxa, Google, Nike, Mc Donalds, Microsoft, Coca-Cola, Ferrari e Channel tem em comum? Quais princípios de sucesso elas compartilham que podem ajudá-lo a construir seu negócio mais rapidamente?
Todas as grandes empresas de sucesso possuem uma marca e sabemos o que esperar delas. Elas são bem conhecidas e distintas. Tornaram-se conhecidas por fornecerem algo em especial, seus produtos ou serviços a seu modo de ser, ou seja elas “são” suas próprias marcas.
Sejam elas indivíduos ou empresas, todas possuem uma marca bem conhecida. Você sabe qual é a marca que impacta diretamente seus negócios?
Você!
Exato, “você” tem uma marca e essa marca é “você”. Mas infelizmente a maioria dos pequenos empreendedores não compreende que eles são a sua própria marca.
A forma que as pessoas percebem você (ou o seu negócio) determinará muito se elas irão fazer negócios com você, e, em especial, se elas continuarão a fazer negócios com você.
Como um profissional de MMN, mais do que a linha de produtos que você representa de sua empresa de MMN, é você quem elas comprarão primeiro.
A “marca” trata de relações um a um, é uma cola que associará e unirá pessoas a você. A “marca” com a qual você se torna algo de valor e é percebido por isso. São sensações, emoções e sentimentos associados a você que determinam essa marca. Eu mencionei as três formas de crescer o negócio acima porque se as pessoas confiarem em você, elas irão fazer negócios com você nessas três formas.
Pergunte a si mesmo: Qual é a sua marca? Como as pessoas lhe descreveriam e sua “maneira” de fazer negócios? Quais são essas percepções que você está passando às pessoas? Qual é o valor que você tem para elas?
Se você quer ter mais valor, invista em você. Se você quer que esse valor seja percebido mais facilmente, invista nas pessoas “mostrando” o seu valor para elas.
Reflita bastante sobre isso e tome as ações necessárias para tornar sua marca uma marca de sucesso. Lembre-se que as pessoas esperam de você a ajuda para que elas possam desenvolver o negócio. Você “realmente” está apto para isso? Sua marca transmite isso? Reforce a sua marca!
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